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A CanÇÃo de Beatriz e outros poemas
Poesia reunida (1966/1990)
Ruy Espinheira Filho
85-11-18168-7
Coletânea da obra poética do jornalista e escritor Ruy Espinheira Filho, cronista de todos os dias, que vive a poesia com a dedicação religiosa dos que carregam a fé inabalável no pecado original. Um livro para quem não esquece de levantar os olhos para o céu, de vez em quando, e ver a vida sorrindo lá em cima. (Carlos Barral) |
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DistraÍdos venceremos
Paulo Leminski
85-11-18110-5
Reunião de 98 poemas, escritos entre 1983 e 1987, de um dos mais reconhecidos poetas contemporâneos brasileiros. |
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Fogo dos rios
Fernando Paixão
85-11-18125-3
O mundo é infinito e eterno: nele e com ele, o tempo é infinito e eterno, mas instantâneo para cada ser efêmero: Fernando como que nos diz que sua poesia é instantânea e efêmera, pois que de um ser efêmero para outro ser efêmero. Sua eternidade está em que pode oferecer-se com tal pureza, com tal despojamento, com tal coragem e com tal música das esferas e ritmo dos sonhos, que a ninguém caberá atribuir-lhe mistérios, além dos mistérios naturais. (Antônio Houaiss) |
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Folhas das folhas de relva
Walt Whitman
85-11-05011-6
Toda revolução digna deste nome produz seu grande poeta. “Antena da raça”, o poeta capta, nos tempos de comoção social, a tremenda energia vital liberada pelas grandes transformações coletivas, em seu momento agudo, revolucionário ou insurrecional. Assim, se Maiakoviski é o poeta da Revolução Russa, não é exagero dizer que Walt Whitman (1819-1892) é o poeta da Revolução Americana, ocorrida uma geração (1776) antes do seu nascimento. (Paulo Leminski) |
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Haicais do sol poente
Lena Jesus Ponte
00001-1
Nestes haicais – poema japonês constituído de três versos com cinco, sete e cinco pés métricos, respectivamente, subdivididos em quatro estações – contemplação, lirismo, crítica e reflexão –, a autora nos apresenta impressões sobre a vida e sua dramaticidade. |
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La vie en close
Paulo Leminski
85-11-18172-5
Andar e pensar um pouco, que só sei pensar andando.
Três passos, e minhas pernas já estão pensando.
Aonde vão dar estes passos ?
Acima, abaixo?
Além? Ou acaso se desfazem ao mínimo vento sem deixar nenhum traço? |
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O homem restolhado
Gaston Miron
85-11-18213-6
L’homme rapaillé (O homem restolhado) é parte da história das Américas – uma história de lutas árduas pela afirmação da cidadania e do direito à expressão das culturas que nos deram origem. E, se nasceu no Canadá, é parte das lutas universais pela liberdade. Poeta de invulgar rigor e de grande precisão formal, Gaston Miron deu palavra à sua conquista de liberdade poética e de afirmação de sua cultura natal. |
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Perscrutando o papaia
Rita Moreira
85-11-00048-8
Destoando de um mau hábito destas plagas – onde se mede a seriedade dos poetas pelo tédio que suas abstrusas sintaxes provocam no leitor –,os poemas de Rita são transparentes, fluentes, têm metro e música. Vivem de ser poemas, não manifestos literários. Perscrutando o Papaia é uma espécie de volta da poeta a si mesma, brilhante, imoderada e serena. (Marília Pacheco Fiorillo) |
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Poemas
Rondó da liberdade
Carlos Marighella
85-11-18212-8
Reunião dos poemas do militante comunista Carlos Marighella, que já nos bancos colegiais surpreendia os professores fazendo uma prova de física em versos. Além desta, está presente sua produção revolucionária, evocativa e lírica. |
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