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A expressÃo americana
José Lezama Lima
85-11-18129-6
Nesta obra, originalmente cinco conferências lidas no Centro de Altos Estudos de Havana, Cuba, o autor compendiou vários séculos da vida e da arte americanas – desde os heróis das cosmogonias pré-colombianas, passando pelos conflitos da colonização, pelos artistas mestiços do barroco, pelos rebeldes românticos da Independência, até os poetas populares do século XIX e os vanguardistas do século XX.
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CapÍtulos de literatura colonial
Sergio Buarque de Holanda
85-11-34001-7
Escritos nas décadas de 1940 e 1950, e, até esta edição, inéditos, os textos aqui reunidos compõem um trabalho original e luminoso, desde já um clássico. O livro traz um estudo completo das epopéias, um panorama inacabado da literatura colonial e estudos sobre o Padre Antônio Vieira e o Arcadismo, incluindo um capítulo excepcional sobre a obra de Cláudio Manuel da Costa. |
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IntroduÇÃo Á literatura negra
Zilá Bernd
85-11-18130-X
Zilá Bernd encontra um paralelo entre as produções poéticas afro-brasileira e caribenha. Ilumina, assim, algumas regiões da história da literatura brasileira que permaneceram à margem, lançando-as no debate crítico e no centro da discussão literária contemporânea.
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Mito e tragédia na Grécia antiga
Volume 2
Jean-pierre Vernant e Pierre Vidal Naquet
85-11-13079-9
Os autores estudam desde obras como Sete contra Tebas, de Ésquilo, até as Bacantes, de Eurípides, no seu conjunto e na intimidade do texto: desenvolvem, ao mesmo tempo, uma análise estrutural, a pesquisa de intenção literária e a análise sociológica. |
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O Ateneu
Retórica e paixão
Leyla Perrone-Moisés (org.)
85-11-11038-0
Comemorando o centenário da publicação de O Ateneu (1888), a obra-prima de Raul Pompéia, estes são os textos do curso de Teoria Literária e Literatura Comparada ministrado na Universidade de São Paulo. Sua leitura não se restringe aos estudantes e estudiosos de leitura, mas também aos apaixonados pela linguagem, pela retórica e pela arte.
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Sade, Fourier, Loyola
Roland Barthes
85-11-18152-0
Um estudo comparativo entre três, na concepção de Barthes, “fundadores de línguas”: o Marquês de Sade (1740-1814), o socialista utópico Charles Fourier (1772-1837) e Ignácio de Loyola (1491-1556). |
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