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A arte do vÍdeo
Arlindo Machado
85-11-22021-6
Os vídeo-artistas já têm um guru: ele se chama Nam June Paik, um coreano atrevido que, ao pé-da-letra e sem nenhum jogo de expressão, virou a televisão pelo avesso, transformando-a em videoarte. Neste livro, Arlindo Machado analisa as potencialidades desta forma de arte, dentro das possibilidades da TV e do videoteipe. Tudo ilustrado com dezenas de fotografias. |
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A imagem tempo
Gilles Deleuze
85-11-22028-3
Esta obra tem como ponto de partida uma das conclusões do estudo precedente de Gilles Deleuze, A imagem-movimento (já editado pela Brasiliense): a necessidade de arrancar dos clichês cinematográficos algo mais que sua verdade aparente. Nesta obra, Deleuze propõe uma autêntica reeducação do olhar, à luz dos conceitos filosóficos formulados por Bergson a propósito do movimento, do tempo, da duração e da imagem. |
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A LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA
Marcel Martin
85-11-22027-5
Um estudo clássico sobre a linguagem característica do cinema, indispensável para estudantes, amantes e praticantes da sétima arte. |
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A mÚsica como linguagem
Uma abordagem histÓrica
Ernst F. Schurmann
85-11-13088-8
Recuperando a trajetória de música e da teoria musical através do tempo e das diversas culturas, Ernst Schurmann não pretende traçar uma história da música, mas esboçar uma espécie de “teoria lingüística”, onde a harmonia figuraria como a “gramática” da linguagem tonal. Desmistificador, ele apresenta uma visão muito crítica daquilo que muitos consideram um simples entretenimento. |
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Aprender telejornalismo
ProduÇÃo e tÉcnica
Sebastião Squirra
85-11-22026-7
Alasca. Praça da Paz Celestial. Cidade do Cabo. Capitólio. Amazônia. Para percorrer este itinerário, basta ligar a televisão e sintonizar um telejornal, o primordial produtor e divulgador de informações no Brasil e no mundo. O profissional interessado em atuar nesta área encontra em Aprender Telejornalismo um manual objetivo e didático para a apreensão, domínio e difusão de notícias no telejornalismo. |
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ComunicaÇÃo
Teoria e prÁica social
Eduardo Neiva Jr.
85-11-27008-6
Transitando com desembaraço das ciências sociais à filosofia, da lingüística à retórica, a lógica à teoria dos signos, o autor apresenta uma visão ampla e inovadora do fenômeno moderno da comunicação de massa e de seus efeitos sobre as relações sociais. |
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Falas masculinas, falas femininas?
Sexo e linguagem
Verena Aebischer e Claire Forel (orgs.)
85-11-15043-9
A maneira de falar dos homens não é a mesma empregada pelas mulheres. Como essa diferenciação interfere nas relações sociais? E a quem serve? Nesta oportuna coletânea de ensaios, psicólogas e lingüistas situam as falas masculina e feminina no campo da linguagem e do sexo, examinando a questão sob as luzes das novas correntes femininas – para as quais a diferenciação sexual nem sempre é pertinente ou desejável – e destacando a importância da língua enquanto veículo e instrumento de representações e comportamentos. |
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HistÓria da histÓria em quadrinhos
Álvaro de Moya
85-11-22034-8
Leitura obrigatória pela quantidade de informação e documentação visual, este livro abrange desde “M. Vieux-Bois” (1827), de Rudolph Töpffer, até os quadrinistas brasileiros mais recentes. Possui um caderno em cores com Frank Miller, Bill Sienkiewicz, Alan Moore, entre outros. |
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Linguagem autoritÁria
TelevisÃo e persuasÃo
Maria Thereza Fraga Rocco
85-11-22024-0
Nem “apocalíptica” nem “integrada”, Maria Thereza Fraga Rocco conduz sua análise do verbal na televisão de maneira soberbamente crítica e fundamentada, expondo a gramática de persuasão como linguagem lúdica, porém essencialmente autoritária. Partindo da transcrição de sete comerciais e seis programas de Sílvio Santos, a autora estuda a coerência de intenção e sentido das mensagens verbais na televisão, destruindo a noção de que se trata de uma fala espontânea e inocente. |
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Magia e capitalismo
Um estudo antropolÓgico da publicidade
Everardo P. Guimarães Rocha
85-11-07016-8
É preciso ler com cuidadosamente texto de um dos jovens antropólogos mais promissores e inteligentes do Brasil. Brasil tão canibalizado pela publicidade e pelo consumismo hierárquico desvairado. Só com a ajuda de uma Antropologia Social como essa, generosa e crítica, original e criativa, genuinamente voltada para o entendimento do Brasil, é que podemos superar e modificar essa magia, saindo finalmente do seu encanto. E quem sabe se, conhecendo a mágica, não poderemos domesticar nosso capitalismo totêmico e selvagem? De minha parte, eu estou convencido de que sim... (Roberto Da Matta) |
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MemÓria da telenovela brasileira
Ismael Fernandes
85-11-22035-6
Um manual completo do nosso maior fenômeno de comunicação: levantamento de todas as telenovelas e minisséries colocadas no ar até 17 de maio de 1994. Os comentários apresentam pequenas sinopses, fichas técnicas, atores, autores e relatos de incidentes e anedotas ocorridos durante as transmissões. 4ª edição atualizada até 1997. |
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MÚsica
O nacional e o popular na cultura brasileira
Enio Squeff e José Miguel Wisnik
85-11-08026-0
Como fazer uma pesquisa para falar do nacional-popular, sem repor a relação de autoridade? Primeiro, não definir a cultura nacional-popular: tomar esse caminho levaria, certamente, a cair na armadilha do próprio conceito. O nacional-popular é essa unidade que destrói as diferenças culturais e impedem a identificação do indivíduo à sua classe, raça e etnia. As pesquisas de Filosofia, Música, Literatura, Artes Plásticas, teatro, Cinema e Televisão, tão diversas quanto são as áreas da cultura e a formação de cada autor, partem de um solo comum: em vez de colaborar para a construção do conceito de cultura nacional-popular, os pesquisadores passam a limpo a própria história, pensando sobre a própria condição de ser intelectual num país de características tão peculiares quanto o nosso. |
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O CARNAVAL DAS IMAGENS
A FICÇÃO NA TV
Michèle & Armand Mattelart
8511220259
O Brasil, em poucos anos, construiu uma poderosa indústria de comunicação de massa. A Globo é hoje a quarta rede de televisão do mundo e sua programação já ocupa a posição de destaque no mercado internacional. A telenovela brasileira atinge popularidade surpreendente em países tão diversos como China, Portugal, Suécia, França, Cuba e África do Sul.
Qual o significado deste fenômeno que ultrapassa nossas fronteiras? O que revela esta nova estética da comunicação, fruto de um grupo empresarial poderoso e de um Estado censor até há pouco tempo? Qual a natureza dos mais importantes laços entre criadores e o público?
Dois dos mais importantes sociólogos da comunicação da Europa, Michèle e Armand Mattelart, conhecedores profundos da cultura e da política latino-americanas, fornecem aqui elementos teóricos fundamentais para a compreensão das relações entre televisão e sociedade. |
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O cinema
Ensaios
André Bazin
85-11-22033-X
Reunião dos 27 mais importantes ensaios do crítico francês André Bazin (1918-1958). Estudo clássico, indispensável, produzido sob o olhar rigoroso e, ao mesmo tempo, apaixonado do maior crítico da França. |
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O cinema dos anos 80
Amir Labaki (org.)
85-11-27009-4
Coletânea de ensaios sobre a produção cinematográfica dos anos 1980. Reúne importante nomes da crítica nacional, que analisam vinte filmes significativos daquela década. |
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Sempre alerta
Condições e contradições do trabalho jornalístico
Jorge Cláudio Ribeiro
85-11-22036-4
Depois de trabalhar nas redações dos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, o autor desvenda o mundo das “usinas de texto” – que ainda guarda a aura romântica do passado, mas já está submetido à lógica das empresas. |
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Sendero luminoso, Peru
Uma reportagem
Alain Hertoghe e Alain Labrousse
85-11-29009-5
Escrito pelos jornalistas Alain Hertoghe e Alain Labrousse, este livro-reportagem combina magistralmente informação e análise, jornalismo e sociologia. Apoiados em depoimentos das pessoas em contato diário com uma das guerrilhas mais misteriosas do mundo, os dois escreveram a primeira história do Sendero e analisaram sua ideologia. |
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Sujeito, o lado oculto do receptor
Mauro Wilton de Sousa (org.)
85-11-27010-8
Este trabalho, primeiro no gênero, na bibliografia brasileira, reproduz as palestras apresentadas no seminário “Sujeito, o lado oculto do receptor”, por autores como Jesús Martín-Barbero, Renato Ortiz, Maria Rita Kehl, Sérgio Adorno e outros expoentes de diversas áreas. O encontro, marcante pela sua característica interdisciplinar, foi promovido pela ECA/USP em 1991 e apresentou conclusões delineando as grandes perspectivas da pesquisa atual de recepção no Brasil e na América Latina. |
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Telenovela
História e produção
Renato Ortiz, Silvia Helena Simões Borelli e José Mário Ortiz Ramos
85-11-22023-2
Os autores analisam as raízes da telenovela, para depois estudá-la enquanto um bem de consumo da indústria cultural. |
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