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A DIVERSIDADE DOS SOTAQUES
Renato Ortiz
A diversidade dos sotaques, novo livro de Renato Ortiz, é uma reflexão sobre a posição privilegiada da língua inglesa no mundo globalizado, com uma análise importante sobre a predominância do uso do inglês nas Ciências Sociais (“O inglês é a língua da ciência”, diz ele) . Ortiz retoma os conceitos de globalização, mundialização, territorialidade, a partir dos quais observa fenômenos sociais, econômicos e culturais. “Estamos assistindo à consolidação de uma memória coletiva mundializada na qual símbolos, signos, ídolos adquirem uma feição transnacional”, constata. |
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A MÁQUINA E A REVOLTA
AS ORGRANIZAÇÕES POPULARES E O SIGNIFICADO DA POBREZA
Alba Zaluar
85-11-07015-X
Conhecido como um dos maiores focos de violência urbana do Rio de Janeiro, o conjunto habitacional Cidade de Deus é o campo de pesquisa sobre o qual foi elaborado esse livro, que aborda a pobreza e os seus diferentes significados. Alba Zaluar faz aqui um rico e diversificado estudo da vida de seus moradores, seu trabalho, a constituição de sua vida familiar, lazer e religião, buscando entender, entre outras coisas, as diferentes histórias de vida que levam ao trabalho ou ao banditismo. |
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A morte branca do feiticeiro negro
Umbanda e sociedade brasileira
Renato Ortiz
85-11-07032-X
A incorporação do negro livre à sociedade que surgiu da abolição produziu um fenômeno central da cultura brasileira: a fratura do universo religioso dos escravos e a assimilação de seus elementos pela tradição cristã. O resultado não foi a africanização do cristianismo nos trópicos, mas a cristianização das religiões africanas, que só assim puderam ser aceitas num ambiente dominado por uma elite que se pretendia européia. |
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Aprender Antropologia
François Laplantine
85-11-07030-3
Partindo de uma análise de textos escritos pelos exploradores europeus do século XVI – cujas observações constituem a pré-história da Antropologia –, este livro coloca o leitor em contato com as idéias de Durkheim e Mauss. A seguir, é a vez de conhecer as principais tendências teóricas e contemporâneas, que são detalhadas, uma a uma, para, enfim, desvendar a especificidade da prática antropológica. |
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Aprender Etnopsiquiatria
François Laplantine
85-11-07038-9
François Laplantine, ao dirigir a metodologia etnopsiquiátrica na investigação das questões sociais, no estudo das mentalidades e do universo do imaginário do homem brasileiro, procura apreender as formas comportamentais e sistemas de crenças em seus diferentes níveis de significado. (do prefácio de Liana Trindade) |
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Cultura brasileira & identidade nacional
Renato Ortiz
85-11-07014-1
O autor procura mostrar que a identidade nacional está profundamente ligada a uma reinterpretação do popular pelos grupos sociais e à própria construção do Estado brasileiro. Não existe, assim, uma identidade autêntica, mas uma pluralidade de identidades, construídas por diferentes grupos sociais, em diferentes momentos históricos. |
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Cultura e modernidade
A França no século XIX
Renato Ortiz
85-11-08072-4
Para entender o tipo de civilização que nasceu da Revolução Francesa e da Revolução Industrial, Renato Ortiz reconstrói o cotidiano de Paris ao final do século XIX. Discute as novas formas de relacionamento humano, consumo e lazer que ganharam terreno com a expansão da eletricidade, das comunicações telefônicas, dos grandes magasins, das técnicas modernas de impressão. |
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Drogas e cidadania
Repressão ou redução de riscos
Alba Zaluar (org.)
85-11-08077-5
Este livro preenche uma lacuna no debate sobre a questão da criminalização das drogas ilícitas e da alternativa da descriminalização, debatidas por especialistas e estudiosos do assunto. |
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Magia e capitalismo
Um estudo antropológico da publicidade
Everardo P. Guimarães Rocha
85-11-07016-8
É preciso ler com cuidadosamente texto de um dos jovens antropólogos mais promissores e inteligentes do Brasil. Brasil tão canibalizado pela publicidade e pelo consumismo hierárquico desvairado. Só com a ajuda de uma Antropologia Social como essa, generosa e crítica, original e criativa, genuinamente voltada para o entendimento do Brasil, é que podemos superar e modificar essa magia, saindo finalmente do seu encanto. E quem sabe se, conhecendo a mágica, não poderemos domesticar nosso capitalismo totêmico e selvagem? De minha parte, eu estou convencido de que sim... (Roberto Da Matta) |
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Medicinas paralelas
François Laplantine e Paul-Louis Rabeyron
85-11-07031-1
Cada vez mais pessoas procuram meios alternativos para curar seus males, recorrendo desde a ervas e técnicas orientais até a pirâmides e operações espirituais. Homeopatas tornam-se, aos poucos, tão respeitados quanto alopatas; e massagistas, magnetizadores, acupunturistas têm clientelas fervorosas e crescentes. Fazendo um levantamento detalhado das principais medicinas paralelas, o renomado antropólogo Laplatine e o médico psiquiatra Rabeyron estudam o posicionamento da sociedade perante a ciência e perante o fenômeno da cura, expondo a relação médico-paciente como algo muito diferente do que em geral se admite. |
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Minhas palavras
Claude Lévi-Strauss
85-11-07021-4
Publicando as lições ministradas entre 1959 e 1982 na École des Hautes Études e no Collège de France, o autor de Tristes Trópicos nos deixa vislumbrar os caminhos pelos quais passearam suas idéias, um dos grandes suportes, senão o maior deles, do pensamento antropológico de todos os tempos. Nessas aulas e conferências, esboços de suas obras, ele nos revela não só a gênese desses trabalhos, como também a essência deles, dando-nos a oportunidade de ler o resumo de sua produção. Os movimentos de uma reflexão elaborada em 32 anos de exercício intelectual, a duração de toda uma geração. |
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TerritÓrio negro em espaÇo branco
Estudo antropolÓgico de Vila Bela
Maria de Lourdes Bandeira
85-11-13080-2
A cidade de Vila Bela, no Mato Grasso, ocupada unicamente por negros e mestiços, é o cenário privilegiado para um estudo da identidade étnica do negro em um meio não-branco e suas relações econômicas, sociais e políticas. |
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Um olhar francÊs sobre SÃo Paulo
Claude Olievenstein e François Laplantine
85-11-18202-0
Neste livro, Claude Olievenstein e François Laplantine – intelectuais franceses cartesianamente apaixonados por São Paulo – mostram toda a cidade que lhes é dado ver. Não é tratado sociológico, não é um ensaio de antropologia cultural, não é um estudo de psicologia social, não pretende esgotar o assunto. Mas percorre, com verve e inteligência, essas e outras áreas, ao longo de oito capítulos que vão compondo retratos parciais, surpreendentemente aliciantes e reveladores, da cidade de São Paulo. (Carlos Felipe Moisés) |
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